sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Quintana

"Não me ajeito com os padres,
os críticos e os canudinhos de refresco:
não há nada que substitua o sabor da comunicação direta."

Mário Quintana.

Corte cirúrgico

 
 
            A rotatividade não dá margem aos comentários do dia seguinte. O assunto é atropelado pela rotina diária de notícias. O corte cirúrgico sem o menor cuidado com a (o) pessoa. Aprendizado

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Markéta Irglová e Glen Hansard

Falling slowly
//
I don’t know you
But I want you
All the more for that
Words fall through me
And always fool me
And I can’t react
And games that never amount
To more than they’re meant
Will play themselves out
//
Take this sinking boat and point it home
We’ve still got time
Raise your hopeful voice you have a choice
You’ve made it now
//
Falling slowly, eyes that know me
And I can’t go back
Moods that take me and erase me
And I’m painted black
You have suffered enough
And warred with yourselfIt’s time that you won
//
Take this sinking boat and point it home
We’ve still got time
Raise your hopeful voice you had a choice
You’ve made it now
Falling slowly sing your melody
I’ll sing along

Desencontro

 
 
              Leitores querem ser jornalistas. Ávidos por notícia e pelos holofotes que julgam ter no fim do túnel. Se soubessem dos plantões infindáveis de Natal, Carnaval e etc. iriam querer fugir. Interatividade só é bom quando não dá trabalho. Interagir os quadrados, essa é a questão primordial

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Empreendedorismo

Palavrinha comprida, vizinha de motivação, inovação, criação, força de vontade e fogo, brilho interno. Não se acomodar.

Venice



O S que se forma ao sobrevoar Veneza é de tirar o fôlego. Pensar que percorri a cidade, caminhando e me perdendo nas ruelas, subindo pontes e absorvendo o clima. Um passeio inesquecível.


Tony Stark


Me lembrou a musiquinha: Tony Stark tira onda/ que é cientista espacial/ mas também é/ Homem de ferro, elétrico, atômico, genial/ Sua armadura, homem de ferro/ é lenha pura, homem de ferro...
Tem umas coisas bem bacanas no filme. O não poder controlar o destino do seu produto, o uso que se faz dele. A angústia de ver que, em mãos erradas, o produto se volta contra você. É o caso de pensarmos o que fazemos da nossa produção jornalística. Quanto estamos preocupados com o uso que se faz do nosso produto, se ele realmente foi bem apurado.
É claro que o filme tem muita pirotecnia, também se não fosse desse jeito não seria o Homem de Ferro. Mas o desperdício de metais, aviões, explosões é uma loucura. Genial mesmo foi minha filha falar que o Robert Downey Jr. é um excelente ator. Expliquei toda história de envolvimento com drogas, recaídas e interpretação genial dele como Chaplin. Sem dúvida, o mais prazeiroso do filme é ver o ator de volta em grande estilo. E a pitada de humor depois dos letreiros ( quem teve saco para aguentar esperar no cinema, não perdeu a chamada para os Vingadores. Muito bom, além da conta)
Nada como um domingo chuvoso com o Stark tirando onda.