sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Almas corporativas, parte 5



E aos 60 você é chamado para sair de campo. Aposentar as chuteiras, ir para o chuveiro e nem olhar para trás. Coisa muito esquisita. Quando você está no auge da carreira, passando sua experiência, alguém chega e dá um tapinha nas costas. Hum....

Lembra aquela conversa do saco preto nas redações? Pois é. Exatamente isso. Sem saco preto, discretamente, um colega deixou o gramado esta semana. Um doce de pessoa e, de repente, saiu.

Pois é, e estamos contando o tempo também para a aposentadoria.

Tuitando

Até onde vai a liberdade do jornalista tuitar? Ele tuita por ele mesmo ou pelo veículo onde trabalha?
Eu acho que o novo verbo tuitar devolveu ao jornalista o seu lugar no centro das atenções. Ele agora é senhor de suas observações e pode ser seguido, retuitado e apresentado a pessoas que não tinha a menor ideia de que existiam. Engraçado isso. Ele não ficou refém do nome da instituição. Ou ficou? Ou vai ficar?
Ainda é muito recente para saber como será uma grande cobertura planejada com online, twitter, impresso, tudo ao mesmo tempo aqui e agora. Fascinante!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Pensamentos

Os pensamentos nos pregam surpresas. Família, saudade. Lembranças de coisas tão boas que passaram. Vontade de voltar o tempo e aproveitar mais a presença. Mais ainda do que a gente aproveitou.
O caminho talvez seja escrever, escrever, escrever..

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Não é que parece

Tem dias que acordo me sentindo como o pica-pau. O topete é o mesmo e a persistência de bicar também.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Gavetas, segredos e afins


Já falei anteriormente sobre o saco preto nas redações. Aquilo de retirar suas coisas na pressa e, sem ter onde guardar, colocar num saco plástico preto emprestado pelo pessoal de serviços gerais. Deprimente. Já vi muito coleguinha arrastando sacos pretos na despedida.
Mas o segredo está em limpar as gavetas sem que o vizinho perceba. Fiz isso há muito tempo. Hoje, se precisar, pego minha bolsa e saio discretamente. Não tenho coisas pessoais na mesa, não tenho penduricalhos no terminal e minhas gavetas estão com papéis de colegas da equipe que não tem onde guardar cópias de licitações estranhas e contratos esquisitos que já foram objetos de matérias.
Então, não me assusta que alguém limpe suas gavetas para não sair arrastando sacos pretos. Engraçado é saber que o andar de cima também faz isso.

Almas corporativas, parte 4

Compartilhar. Um verbo de difícil conjugação dentro de um ambiente competitivo. Temperar relacionamentos, dividir tarefas e mostrar que todos tem luz própria é a chave de tudo.
Sempre digo que num trabalho em equipe é fundamental a transparência nas relações e a confiança. Mas isso não é tarefa muito fácil.

Tuitar




Eu tuito, você tuita e todos tuitam e seguem todo mundo.


Me lembra do Grande Hotel (Grand Hotel, 1932), ganhador do Oscar e que tem em seu elenco Greta Garbo. E a frase marcante (ela interpretava uma bailarina, tristinha que dava pena) : "I want to be alone".