Arremedos, improvisos. Gambiarras corporativas. O segredo (existe?) é a boa e velha transparência que pode vir acompanhada da confiança. Juntar grupos é uma tarefa que requer habilidade porque o ser humano luta o tempo todo por espaço, por poder e autoridade. É natural que cada um queira marcar seu território. Mas o risco que se corre é perder tempo e até talentos que cansam de esperar melhores ventos.
O risco de uma gambiarra (estou falando muito em risco) é dar um curto. E perder tudo por tão pouco.
Na vida real eu evito gambiarras. Muito menos em relacionamentos. Prefiro uma boa instalação.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Almas corporativas, parte 5

E aos 60 você é chamado para sair de campo. Aposentar as chuteiras, ir para o chuveiro e nem olhar para trás. Coisa muito esquisita. Quando você está no auge da carreira, passando sua experiência, alguém chega e dá um tapinha nas costas. Hum....
Lembra aquela conversa do saco preto nas redações? Pois é. Exatamente isso. Sem saco preto, discretamente, um colega deixou o gramado esta semana. Um doce de pessoa e, de repente, saiu.
Pois é, e estamos contando o tempo também para a aposentadoria.
Tuitando
Até onde vai a liberdade do jornalista tuitar? Ele tuita por ele mesmo ou pelo veículo onde trabalha?
Eu acho que o novo verbo tuitar devolveu ao jornalista o seu lugar no centro das atenções. Ele agora é senhor de suas observações e pode ser seguido, retuitado e apresentado a pessoas que não tinha a menor ideia de que existiam. Engraçado isso. Ele não ficou refém do nome da instituição. Ou ficou? Ou vai ficar?
Ainda é muito recente para saber como será uma grande cobertura planejada com online, twitter, impresso, tudo ao mesmo tempo aqui e agora. Fascinante!
Eu acho que o novo verbo tuitar devolveu ao jornalista o seu lugar no centro das atenções. Ele agora é senhor de suas observações e pode ser seguido, retuitado e apresentado a pessoas que não tinha a menor ideia de que existiam. Engraçado isso. Ele não ficou refém do nome da instituição. Ou ficou? Ou vai ficar?
Ainda é muito recente para saber como será uma grande cobertura planejada com online, twitter, impresso, tudo ao mesmo tempo aqui e agora. Fascinante!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Pensamentos
Os pensamentos nos pregam surpresas. Família, saudade. Lembranças de coisas tão boas que passaram. Vontade de voltar o tempo e aproveitar mais a presença. Mais ainda do que a gente aproveitou.
O caminho talvez seja escrever, escrever, escrever..
O caminho talvez seja escrever, escrever, escrever..
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Não é que parece
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Gavetas, segredos e afins

Já falei anteriormente sobre o saco preto nas redações. Aquilo de retirar suas coisas na pressa e, sem ter onde guardar, colocar num saco plástico preto emprestado pelo pessoal de serviços gerais. Deprimente. Já vi muito coleguinha arrastando sacos pretos na despedida.
Mas o segredo está em limpar as gavetas sem que o vizinho perceba. Fiz isso há muito tempo. Hoje, se precisar, pego minha bolsa e saio discretamente. Não tenho coisas pessoais na mesa, não tenho penduricalhos no terminal e minhas gavetas estão com papéis de colegas da equipe que não tem onde guardar cópias de licitações estranhas e contratos esquisitos que já foram objetos de matérias.
Então, não me assusta que alguém limpe suas gavetas para não sair arrastando sacos pretos. Engraçado é saber que o andar de cima também faz isso.
Mas o segredo está em limpar as gavetas sem que o vizinho perceba. Fiz isso há muito tempo. Hoje, se precisar, pego minha bolsa e saio discretamente. Não tenho coisas pessoais na mesa, não tenho penduricalhos no terminal e minhas gavetas estão com papéis de colegas da equipe que não tem onde guardar cópias de licitações estranhas e contratos esquisitos que já foram objetos de matérias.
Então, não me assusta que alguém limpe suas gavetas para não sair arrastando sacos pretos. Engraçado é saber que o andar de cima também faz isso.
Almas corporativas, parte 4
Compartilhar. Um verbo de difícil conjugação dentro de um ambiente competitivo. Temperar relacionamentos, dividir tarefas e mostrar que todos tem luz própria é a chave de tudo.
Sempre digo que num trabalho em equipe é fundamental a transparência nas relações e a confiança. Mas isso não é tarefa muito fácil.
Sempre digo que num trabalho em equipe é fundamental a transparência nas relações e a confiança. Mas isso não é tarefa muito fácil.
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