terça-feira, 10 de agosto de 2010

Os 50 no Moleskine

E depois de passear em Roma encontrei Moleskine. Paixão imediata: vermelho, preto...Comprei 4 . E resolvi levar em todos os lugares. Um para projetos, trabalhos. Outro para divagações (o vermelho, é claro). E saquei dos guardados a caneta quase-tinteiro. Macia, gostosa de escrever. Moleskine tem tudo a ver com os 50. Um prazer redescoberto.
E a viagem de carro SP-Rio, com pernoite em Paraty. Impressionante. Na sequencia, me perdi olhando as flores, impressionantes flores pelo caminho. Detalhes, detalhes

Mulher aos 50 e ...

Muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Fiquei paralisada com todas as perdas e não consegui escrever. Ou melhor, escrevi pedaços em diários (adorooooo papel e caneta imitando aquela tinteiro). Estou retomando isso depois de um encontro fantástico com Elvira. Impressionante como ficamos conversando minutos preciosos naquela festa e tivemos estalos dos 50. Os detalhes, Elvira, os detalhes são fundamentais ...

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Mulher aos 50, o começo?

Depois de muito preguiçar, começo hoje uma nova série de posts. Mulher aos 50.
Fiz 50 em maio e tenho observado váras coisas engraçadas, tristes e diferentes que a gente observa quando chega aos 50.
Uma delas é aquela coisa de acharem que você tem cara de padre. Todo mundo te procura para ouvir conselhos e contar coisas da vida. Peraí, quem disse que a gente chega as 50 com alguma bagagem para dar conselhos ?
Me sinto uma espécie de Yoda, com menos rugas é verdade, mas um Yoda que é solicitado a dar opiniões sobre tudo: da dúvida profissional ao esmalte, passando por cursos ou mesmo aquela guria que compra uma calcinha com estampa de oncinha e acha que, apenas com o minúsculo paninho, agora se transformou na mulher fatal. Me vem na cabeça a piada da freirinha no puteiro. Deixa pra lá.
Fazer 50 é uma coisa interessante. Estou juntando cacos ouvidos aqui e ali. Vou contando aos pouquinhos.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Almas corporativas, parte 10

Insisto na palavra transparência. Fundamental para um trabalho coletivo. Mas como ser transparente num local pouco habituado a isso? O que fazer se o degrau superior confunde transparência no trabalho com trato pessoal?. Isso foi exaustivamento detalhado no tal cursinho como Negociação entre pessoas. Difícil.....

Almas corporativas, parte 9

A síndrome do 5 S- essa coisa administrativa que os caras inventaram para dizer que limpando as gavetas vc. se organiza. Sei. E o que fazer com os documentos que fizeram parte de uma matéria? Como guardar as escrituras, editais e afins que , na verdade, são de propriedade do veículo para o qual v. trabalha? Ou seja, o tal do 5 S é bacana, mas não resolve documentação que não se sabe onde colocar. A tal sala do conhecimento que os caras vivem falando não sairá do papel porque não existe uma cultura de guardar o conhecimento, de evitar que outros cometam o mesmo erro, sem saber que- antes deles- muita coisa foi feita, testada e.... Enfim, fica na saudade.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Almas corporativas, parte 8

Direcionar a carreira de alguém é algo muito sério. Trabalhoso. Na correria diária não há tempo para conversas sobre dúvidas e realocações. Há um Instituto Rio Branco a ser feito que é massacrante e nem sempre dá resultado. E no meio do redemoinho, os aprendizes, os estagiários.

Superbonde

Cacos, rapas, restos, pedaços e tralhas.

Juntar tudo isso dá trabalho e faz perder o sono.